O vereador Luciano Breno (Avante), líder do governo Bruno Cunha Lima, quer proibir que se dê esmolas a pedintes na cidade de Campina Grande.
Na ótica do projeto apresentado pelo licurgo, em vez de dar dinheiro a esmoler, as pessoas devem encaminha-lo aos órgãos da Prefeitura para que, lá, receba a devida assistência.
Diz ele que o modelo defendido para Campina se espelha em cidades como Curitiba e Londrina, no Paraná.
Mas aí reside a diferença. Tanto Curitiba quanto Londrina são cidades ricas, elitistas, a primeira inclusive governada por um prefeito que odeia pobre. O Nordeste é diferente, o esmoler vai às ruas depois de se desiludir com a assistência dos poderes públicos, cansado de tanto pedir e de nada receber de prefeitos, governadores, deputados e vereadores. Estes só atendem bem quando é tempo de eleição, passado o período, mandam o eleitor pobre chupar bagaço de cana.
Esperar que os órgãos de assistência de uma Prefeitura cuidem dos pobres de uma cidade do tamanho de Campina é sonhar além da conta, é desconhecer a realidade.
Mas vamos aguardar para ver como é que fica. Eu aguardo com desconfiança.
3 Comentários
A campanha “Não dê esmola” pode ser uma forma de aporofobia, que alimenta a desigualdade social e ameaça à democracia
Todo PTista e comunista devia levar uma pessoa dessa para sua casa.
Aí eu acreditaria nesses mentirosos de meia tigela.
O resto é muita conversa e bagaço q a poica chupa…
É INTERESSANTE – PARA NÃO DIZER DIGNO DE APRECIAÇÃO POR ESTUDOS ADEQUADOS NO CAMPO DA MENTE – PERCEBER COMO AS CHAMADAS FRASES FEITAS SOB ENCOMENNDA, SÃO LANÇADAS AO PÚBLICO E, COMO ELAS “PEGAM” E SEMPRE HÁ ALGUÉM QUE AS ADOTA COMO SE SUAS FOSSEM. PACIÊNCIA!