Evaldo Gonçalves foi meu padrinho de casamento, através dele tive o primeiro e único contato com o ministro José Américo, também foi ele que imortalizou um artigo meu nos anais do Congresso Nacional.
Por último, fomos colegas de Procuradoria Geral do Estado.
Brincalhão, espirituoso, homem sem vaidades, político que fazia da ética a sua principal bandeira, nos deixou hoje.
Como bem lembrou o colega Lúcio Landim, o ano começou muito morredor.
Tomara que dê uma pausa.
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